A Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace) participou, nessa quinta e sexta-feira (28 e 29), do 9º Congresso Ambiental (CAMBI), realizado no Pavilhão das Culturas Brasileiras, no Parque Ibirapuera, em São Paulo. O evento reuniu representantes de governos, empresas, órgãos ambientais, especialistas e lideranças do setor produtivo para debater temas estratégicos da agenda ambiental brasileira.
Nesta edição, o congresso teve como foco a resiliência das cidades diante das mudanças climáticas, além de discussões sobre licenciamento ambiental, transição energética, resíduos sólidos, mercado de carbono, gestão de bacias hidrográficas, infraestrutura e expansão de data centers no Brasil.
Representaram a Semace no evento o superintendente da autarquia, João Gabriel Rocha; o gerente de Controle e Proteção Ambiental, Ulisses Costa; o gerente de Licenciamento Ambiental, Waslley Pinheiro; e o técnico Fábio Erick. A presença da equipe reforçou a atuação do órgão ambiental cearense em espaços nacionais de diálogo técnico e institucional.

Experiência do Ceará
O superintendente da Semace, João Gabriel Rocha, destacou que o CAMBI reúne debates diretamente ligados aos desafios atuais da agenda ambiental. Segundo ele, a participação da autarquia também foi uma oportunidade para apresentar a experiência do Ceará no licenciamento de empreendimentos de data centers.
“Estamos participando do CAMBI 2026, um congresso de meio ambiente onde serão discutidos temas da ordem do dia nessa agenda ambiental, como o licenciamento, a Lei Geral de Licenciamento Ambiental, as questões relacionadas à transição energética, resíduos sólidos, entre outros temas importantes. A Semace está presente e vamos participar de um painel falando um pouco da experiência do Estado do Ceará com o licenciamento dos data centers”, afirmou.
A discussão sobre data centers ganha relevância no Ceará diante do posicionamento estratégico do Estado para receber novos investimentos em infraestrutura, energia e tecnologia. Em mensagem oficial à Assembleia Legislativa, o Governo do Ceará destacou que a Zona de Processamento de Exportação (ZPE), no Complexo Industrial e Portuário do Pecém, está preparada para receber players nacionais e internacionais ligados à produção de hidrogênio verde e data centers.




