Fortaleza, CE — O Banco Mundial aprovou recentemente um aporte de US$ 134 milhões para apoiar a estratégia de hidrogênio verde no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP), consolidando o Ceará como protagonista na transição energética nacional ().
O financiamento será utilizado na construção de infraestrutura crítica, que viabilizará investimentos privados na produção de hidrogênio limpo e derivados. O objetivo é reforçar o hub do Pecém, fomentar a desta cadeia, gerar emprego, inclusão social e fortalecer a resiliência climática do estado a longo prazo .
O projeto está alinhado com agenda climática do Brasil — Integrando a Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC), o Programa Nacional de Hidrogênio, a Nova Política Industrial, além do Plano Verde do Ceará .
No detalhe, o aporte total de US$ 134 milhões inclui:
• US$ 90 mi em empréstimo do BIRD
• US$ 9 mi de doação do Fundo Planeta Habitável
• US$ 33,5 mi de empréstimo dos Fundos de Investimento Climático (CIF)
• US$ 1,5 mi de doação do CIF
O presidente do CIPP, Max Quintino, afirmou que “esse apoio do Banco Mundial representa um marco histórico para o Complexo do Pecém e para o Ceará… fortalece nossa infraestrutura, atrai investimento e gera oportunidades reais para a população cearense” .
Já Jorge Coarasa Bustamante, gerente de operações do Banco Mundial para o Brasil, destacou que o investimento ajudará a “expandir oportunidades de emprego e promover crescimento limpo, especialmente em regiões historicamente deixadas para trás” .
Com esse apoio do Banco Mundial, o Ceará avança na construção de um ecossistema competitivo de hidrogênio verde, firmando-se como referência em inovação, sustentabilidade e desenvolvimento econômico de base verde.




